quinta-feira, 9 de abril de 2009

Matérias da 23ª Edição do Jornal Cajarana

23ª Ed do Cajarana nas bancas a partir dessa sexta-feira santa nas cidades de Lajes, Angicos, Santana, Bodó, Lagoa Nova e Currais Novos.

Essas são algumas matérias da edição:
1 – Desperdício d’água no açude do Alecrim – sangra por infiltração.
2 – Saúde Pública: um mal diagnosticado (Editorial)
3 – Delegacia de Polícia de Lagoa Nova – pede socorro.
4 – SETUR/RN começa implantar o programa de regionalização do turismo.
5 – Entrevista com o prefeito de Angicos – Jaime Batista(DEM).
6 – O marchante. Variação do KG do carneiro entre a capital e Lajes é mais de cem por cento.
7 – Sábado da aleluia no Espaço do Forró: Forrozão pode balançar, Forró Resenha e Jankley.
8 – A casa da cultura promove evento com dupla de violeiros.
9 – Mago de Miro – fala ao Cajarana em seu Gabinete.
10 - XIII Exposição de caprinos e ovinos do potengi.
11 – Nossa Previdência – Informações e Instruções aos beneficiários da previdência.
12 – Prática Forense – Exemplos de pensão, ações, como proceder em caso de doenças, dupla cobrança, veículos furtados ... e outros.
13 – Coluna Via Independente - Modesto Batista.
14 – Artigo: A crise do Sistema - Modesto Batista.
15 – Poesias: Contraste – autor: Dutra Assunção.
16 – Baú de Recordações - duas fotos do mesmo ângulo com 40 anos de diferença da cidade.
17 – Bodó comemora o dia da mulher.
18 – Prefeitura de Lagoa Nova encerra comemorações da Semana da Mulher.
19 – Bodó – Escolas recebem novos equipamentos.
20 – Lagoa Nova mantém funcionalismo em dia
21 – Câmara Muncipal de Santana do Matos – AÇÃO PARLAMENTAR.
22 – Legislar o poder que convence.

DESPERDÍCIO - Vazamento d'água no açude do Alecrim


Vazamento d'água por infiltração no açúde do Alecrim em Santana do Matos.

Dezenas de metros cúbicos de água vazam por infiltração no anteparo do sangradouro do açude do Alecrim. Defronte a construção da nova sede da Colônia de Pesca Z-61, já se forma um pequeno lago com uma pequena passagem molhada e cedida na pista em conseqüência do vazamento constante por baixo do sangradouro. É grande o volume d’água desperdiçado daquele reservatório. O anteparo/muro que serve como sangradouro em certo trecho foi construído encima da rocha, provavelmente a infiltração instalou-se ao longo dos anos e agora necessita serviços de vedação urgentes na parte interna do muro. Nas condições atuais o açude fica com um limite de retenção das águas, o que não se concede em tão importante obra, vizinha a cidade que beneficia várias famílias que moram na rua com seus lotes plantados de capim elefante nas direções “a jusante” (rio abaixo) das águas do açude. Nos últimos anos a área “a montante” (rio acima) tem diminuído, certamente essa perda volumosa das águas pelo vazamento contribui para a diminuição da área muita valorizada, as chamadas vazantes. Essa deve ser uma obra de prioridade (1) para o executivo no período da seca.

Jornal Cajarana - Editorial da 23ª edição

Saúde pública: um mal diagnosticado
O Sistema Único de Saúde (SUS) vislumbrou, com a criação do Programa Saúde da Família (PSF), o elo definitivo de aproximação entre o médico e o paciente. Pura filosofia populista. Melhor dizendo, um modelo cubano que não deu certo, nem nunca vai dar certo. A saúde pública é uma obrigação, um dever do Estado.

Sua eficiência é onerosa para os gestores, então os governantes imaginam que bom mesmo seria concentrar todos os enfermos, adoentados, envelhecidos e operados, num mesmo local, acomodados e isolados. Parece assim mesmo pensar nossos governantes.

A saúde pública não tem prioridade na concepção dos conceitos capitalistas do país, portanto, menos oneroso seria optar pela prática assistencialista da consulta, da receita e por fim, a graça conclusiva, a oferta das amostras grátis oferecidas pelas multinacionais dos medicamentos, dos laboratórios dos governos que reconhecem a classe médica como meros representantes do sistema.

No interior do Estado, na maioria das cidades da nossa região, os médicos estão desestimulados com a profissão e muitos enfrentam uma verdadeira maratona ao trabalhar em duas, três, até quatro cidades, juntando salários e sem tempo para pesquisar e acompanhar a evolução do exercício da própria Medicina.

Esses empregos são adicionados às suas indisposições profissionais, que somados às infra-estruturas hospitalares inadequadas, sucateadas e arcaicas, resultam em profissionais sem as mínimas condições da prática ou do exercício pleno da profissão. Doutores agora assumem as condições de meros e simples despachantes. Atendimentos e procedimentos simples às vezes se tornam duvidosos pela falta das condições necessárias e os encaminhamentos para a capital se tornam “o cumprimento do dever”.
As classes menos favorecida sabem disso com detalhes pelos exemplos do dia a dia. O diagnóstico de uma doença em alguém da família carcteriza um sofrimento, um conhecimento intuitivo de constrangimento e desesperança.
E muitas vezes a Fé que lhes resta superam o mau ou até o inexistente atendimento. A experiência e a prática levam as condições primatas, e convencidos de viverem num país de terceiro mundo, submissa a pobreza aguarda o milagre que pode chegar pelas mãos dos anjos vestidos de branco. E nos armários os jalecos em cabides podem virar fantasmas.

O sistema assim nos condiciona. Se alguém tem condições financeiras de alcançar os planos de saúde, que seja prudente e econômico, pois o quinhão como tributo é quase vitalício. E assim, por essas e outras, a Saúde no Brasil vai continuar por muito tempo, mal, péssima e de vez enquando na UTI.

E os médicos sem compromissos ou vínculos empregatícios, sem hora pra chegar ou atenções ao seu juramento descobrem talvez que deveriam ter outras profissões e o atendimento diferenciado surge como se fosse uma prática salvadora da pobreza.

Em Santana do Matos e na maioria das cidades do interior as ambulâncias não param na ida e vinda aos corredores inchados dos hospitais, a forçar mais um leito na capital.
O pior exemplo foi o de um paciente em Santana do Matos que, acometido de uma dor súbita no abdômen por um, dois, três dias indo ao hospital da cidade, era atendido, tomava soro, um analgésico, voltava pra casa e em seguida retornava ao hospital. Assim passou 12 dias. Quando foi encaminhado a Natal era um infartado a tantos dias a sofrer, chegando a óbito.

É esse nosso sistema, é essa nossa saúde, são esses nossos impostos que nem seguridade social oferecem à tão importante classe de profissionais que são forçados a uma rotina não condizente com sua profissão.
Dutra Assunção.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Calma gente ... é só uma marolinha!

Somos capazes de produzir, exportar e crescer dignamente.

Agora o assunto é a queda de percentual distribuido pelo Fundo de Participação dos Municípios(FPM), todos eles, municípios grandes e pequenos, pobres ou ricos, sofrerão com a redução dos dividendos. Qualquer percentual subtraido, representa como se fosse uma bolsa qualquer retirada do pacote assistencialista que poda a força do homem, a dignidade e o trabalho.
Na prática isso significa que, quando uma pessoa perde nos ganhos ou numa família alguém deixa de trabalhar, a receita logicamente sente o poder de compra, então só há uma saida: o trabalho! E esse é o caminho, honrado e dignificante.
É melhor ensinar a pescar, do que dar o peixe. É melhor dar aumento digno aos professores do que prevê as greves, é melhor produzir e dar oportunidade ao povo, do que instigar a pobreza ou servir de reféns ao banditismo, através da própria insegurança formada.
Agora é bom que cada município, cada Gestor público, como os prefeitos agora estão gostando de serem chamados, se voltem para o exemplo primário da contenção de despesas, do bolso, da casa, dos cofres públicos ou sendo mais arrojado e de visão pública que procurem desenvolver os potenciais de cada local para poder produzir.
Potencial todos os municípios têm. E ainda arriscamos a pergunta. Por que sobrevivemos em outras épocas, aliás com mais desenvolvimento e não tínhamos o tal FPM? Essa pergunta ninguém tem o interesse de responder, principalmente por aqueles que administram receitas sem sasber de onde vem o suor que as produzem.
Adormecidos ficaríamos para sempre, se as ajudas fossem eternas. Mas de vez enquando alguém, acha que devemos produzir, aí a realidade chega e pega muita gente de calça curta ou mesmo com gestos treinados e com trejeitos de pedir clemência.
O trabalho é o caminho certo. E na marolinha a gente não morre afogado. Os nordestinos já passaram pelo pior. Agora temos Petróleo, Pecuária, Turismo, Agricultura, caprinovinocultura, sal, bacias leiteiras ... e muitas outras atividades econômicas e novas tecnologias. Temos ou não temos? Pra onde vão os dividendos desses produtos? Acorda Nordeste !

Boas notícias para Lagoa Nova

O prefeito Erivan recebe do vice-Governador Iberê Ferreira boas noticias para Lagoa Nova.
Atendendo a um convite do vice-governador Iberê Ferreira, o prefeito Erivan Costa participou na manhã desta segunda-feira(6) na cidade de Currais Novos do “Seminário de Socialização de Políticas Públicas e Desenvolvimento Rural para o território da Cidadania do Seridó”, promovido pela Emater, na sede da AMSO (Associação dos Municípios da Micro-Região do Seridó Oriental). Erivan recebeu boas notícias para Lagoa Nova, entre elas, que a cidade não terá nenhum prejuizo da crise mundial em relação as suas obras em andamento. Em conversa pessoal com o prefeito, Iberê garantiu que as obras do Centro de Comercialização, do calçamento do distrito Manoel Domingos e da praça do bairro Jesus Menino que dependem do aval do estado, fluirão normalmente sem interrupção.
Fonte:Val Araújo
AssCom L Nova

sábado, 4 de abril de 2009

Vereador insatisfeito com sua base governista

Vereador "Mago de Miro" revoltado com o descaso do executivo para com a zona rural


Vereador Airton Ovídio de Azevedo(PSB)-Mago de Miro. Em seu gabinete deixou claro para a redação do jornal Cajarana que está compromissado com Santana do Matos: “estarei sempre presente, junto ao povo, tentando fazer o possível para dar uma melhor qualidade de vida. Principalmente a gente sofrida do Distrito de São José da Passagem e comunidades vizinhas, onde tenho especial atenção por ser minhas origens, assim o farei com garra e determinação”.

Foram suas primeiras palavras e continuando disse: “fazendo parte da coligação que elegeu o atual prefeito, Assis da Padaria, não estou satisfeito pela omissão do executivo junto as necessidades da zona rural, como também o descaso das promessas de campanha”. Citou ainda que: “com recursos próprios, dentro do possível, tento cumprir meus compromissos. Coloquei um trator para cortar terras em pequenas faixas de várzeas de pequenos proprietários em Santa Maria e comunidades vizinhas”.

“Por ocasião da festa de São José tive a iniciativa de fazer uma limpeza básica e pintura nos meios fios do Distrito, preparando assim, para a festa do padroeiro. Ações essas que deveriam ser feitas pelo executivo. Essas vão ser as linhas de ações do meu mandato, sempre voltadas para tentar melhorar a qualidade de vida daquelas comunidades”, conclui Mago de Miro.


“A Câmara dispõe de um quadro mural onde são colocados os assuntos de interesse da população e da Casa. Entre eles os balancetes periódicos, demonstrando assim, seriedade e transparência. Por que a prefeitura não faz o mesmo”? Pergunta o edil.

Câmara Municipal de Santana do Matos

7ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Santana do Matos, sexta 03/Abril/2009

Presidente da Câmara vereador Magnos José dos Santos(DEM)

No decorrer da sesão o O Secretário de Obras do Município Paulo Bezerra, convidado pela Câmara para aquela sessão, discorreu sobre o Hospital Clovis Avelino que será entregue a população no dia das Mães.

O vereador Airton Ovídio de Azevedo(PSB)-Mago de Miro, agradeceu a Vinda do Secretário a Câmara. Mesmo assim discordou em alguns pontos e fez várias críticas. Segundo o vereador a cidade encontra-se suja, imunda mas disse que o secretario é vítima de não poder desenvolver o seu trabalho.

Rebatendo as críticas o secretário Paulo disse que cada administrador tem sua maneira de administrar citando o Padre Monteiro como um grande administrador e fez comparações à gestão de Assis da Padaria. Também falou que pra ele criticar o prefeito teria que primeiro pedir demissão. (Analogia inoportuna).

O vereador Erinaldo Florêncio Xavier da Costa - (Naldinho-PTB) fez várias cobranças, falou de falta de iluminação pública e do problema das fossas de Barão de Serra Branca.

Com relação os Carros do DER que estão trabalhando na estrada da Serra sem licitação e da falta de apoio a prefeitura a festa de São José, O secretário Paulo Bezerra disse que a Prefeitura não tem estrutura pra atender a cidade e a Zona Rural. Dois dos tratores estão no serviço da serra e com relação a iluminação disse que no inverno queimam muitas lâmpadas e que serão substituidas após a semana santa.

Ainda com relação aos carros do DER existe um convênio da prefeitura com o Governo do Estado para que as máquinas possam trabalhar. Já com relação a limpeza o secretário disse que apesar das dificuldades, a cidade é uma das mais limpas da região.

Sobre a praça das mães houve um erro de engenharia.

Sobre a RN 041 O governo do Estado prometeu em praça pública, assumiu compromisso de restaurar a estrada, mas até agora não cumpriu, isso é um erro e não tem justificativa.

O vereador Francisco de Assis Santos(Dr Assis-PSB) disse que Paulo era coerente, fez vários elogios e disse que o secretário não cospe no prato que comeu, (insinuação) se referindo ao Vereador Mago de Miro. Finalizou dizendo que Paulo cobre sempre o que for melhor pra população e pro Município.

O vereador Sales Araújo(PR) disse que estava satisfeito com os esclarecimentos do Secretário e também parabenizou o Prefeito pelas obras que realizou na cidade e fez um apelo ao Secretário que falasse com o prefeito para retirar com urgência os escombros da cidade.

O vereador João Maria Cadó de Macedo(PMDB) parabenizou o secretário e disse que o prefeito acertou pela escolha do seu nome como secretário de obras.

O vereador e presidente da câmara Magnos José dos Santos(DEM) pediu providências ao secretário com relação as fossas do bairro do Alecrim que estão trasbordando e disse mais, a rua do Alecrim não é bem vista pelo prefeito e que também o secretário tomasse providências com relação a limpeza da rua do Meio.

O Vereador Marco Aurélio de Carvalho Nobre(PT) - Dr Lelo - agradeceu a presença do secretário e perguntou com relação a sua pasta, se tem algum local do município que não foi atendido por sua secretaria e se tinha o total de valores de recursos próprios investidos em obras no município?

O secretário pediu uns dias pra poder dar essa resposta.

O vereador Washington Luiz Júnior(PP) cobrou à iluminação pública, a reposição das lâmpadas de ruas da cidade e alertou a população que já está vindo pra essa casa três projetos polêmicos e convida a população pra acompanhar esses projetos na Câmara. E que o prefeito só olha com bons olhos pra AV 27.

Pediu a construção de um quebra mola por várias vezes e não foi atendido, lamentou pelo secretário ter dito em seu pronunciamento que a cidade era uma das mais limpas da região, imagine as outras como estão! Coloca o vereador em tom de crítica!

Cobrou mais coletoras de lixo e demostrou estranheza sobre as casas do conjunto Lavoisier Maia - tem casas que ainda continuam fechadas, cita em tom de indagação o edil.

O secretário Paulo Bezera disse que com relação ao quebra mola, estamos com dificuldades, pois, contamos apenas com um pedreiro para atender todo o município. Com relação as coletoras, na próxima semana estarão prontas. Finalizou dizendo que graças a Deus, convive muito bem com todos os vereadores e que está aqui pra prestar serviços a população, sempre da melhor maneira e procurando sempre dar uma melhor qualidade de vida a população.


Fonte: Edilima e Marcello Maurício . . Sec. de Obras Paulo Bezerra

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Desfiliação

Desfiliação
Da: Coluna OPINIÃO – F. Cruz (CANELINHA) - Li a carta aberta do meu amigo e escritor Modesta Batista, da cidade de Angicos. Na carta o companheiro mostrava as razões pelas quais esta deixando o PMDB angicano. Comenta-se nos bastidores da política angicana que o jovem escritor tem pretensões futuras na política de Angicos. Ao que entendo, Modesto Batista tinha seu espaço limitado nas hostes PMDBistas, por este motivo se desfiliou da agremiação partidária. Modesto que na última campanha eleitoral em Angicos defendeu a candidatura do atual prefeito Jaime Batista (DEM) e que agora deverá se filiar a uma nova agremiação partidária visando às eleições de 2012 naquele município. Gostaríamos de salientar que o escritor tem pela frente um brilhante futuro na política do município de Angicos pela sua obstinação, pela política e pelo trabalho serio que desenvolve não só na imprensa como também junto à juventude de Angicos. Sucesso amigo.
Fonte: www.robsoncabugi.zip.net

Modesto Batista desfiliado do PMDB

Modesto Batista está oficialmente fora do PMDB

O jovem escritor e estudante do curso de História da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte – (UERN) Modesto Neto está definitivamente fora do Partido do Movimento Democrático Brasileiro – (PMDB). Modesto era filiado ao PMDB há quatro anos, no entanto o jovem estudante não concordava com as ações, propostas, atitudes e posturas que o partido estava tendo nos últimos anos, adotando uma postura “oportunista e inaceitável” classifica o jovem. “Infelizmente o PMDB vem sendo o bobo da corte, não importa quem seja o rei” analisa Modesto. Na carta que foi enviada ao Presidente do PMDB no município de Angicos, Sr. João Maria da Costa Pinheiro, Modesto diz o seguinte:
“Venho por meio desta requerer o meu desligamento das hostes partidárias, em caráter irrevogável e irretratável, por motivos particulares, políticos e partidários. Ainda em tempo desaprovo a condução que o PMDB está tendo nas esferas municipal, estadual e federal e entendo que os atuais comandantes do partido desonram e ferem de forma banal os ideais democráticos, além de discriminar de forma inaceitável, mesquinha e torpe no município de Angicos o vereador Francisco Batista Filho.”

Nesta segunda-feira (30/03/2009) por volta das dezesseis (16:00) horas o jovem esteve no Fórum do Município de Angicos onde apresentou os requerimentos necessários para a sua desfiliação oficial junto a justiça eleitoral.“Sou um cara de postura, não poderia compactuar com as idéias antidemocráticas do partido. O PMDB perdeu a postura que tinha, submetendo sua historia e trocando-a por migalhas e ganhos do poder. Faço política por amor e por idealismo e não por poder e dinheiro” disse o jovem Modesto Batista a direção do blog na pessoa do Maximiliano Ferreira.

Modesto é sobrinho do vereador Francisco Batista Filho “Júnior de Chicola” (PMDB) que se acha discriminado, hostilizado, perseguido e prejudicado pelo seu próprio partido, o PMDB. Modesto Neto tem uma forte e consistente afinidade política e pessoal com o vereador Júnior.
FONTE:
PDT – Angicos
Direção: Maximiliano Ferreira

Contraste - Traços poéticos

Mesmo em Pérolas, que não sejam em série

Com permissão de vocês e convencendo os sentimentos, a madrugada se foi e o talento não despontou. Nada melhor poderia sair dos meus limites. Lembrei dos amigos, quem sabe a clemência, a lisonja, a mão pela cabeça e que digam ... vá recitar aprendiz ... mas como sabem, nós somos otimistas! Paradoxalmente em CONTRASTE.
Um abraço, um beijo no coração.
Dutra Assunção.

Contraste
31/03/2009
Autor: Dutra Assunção

Antônio Carlos
Brasileiro de Almeida Jobim
Águas de março
Foi começo, eterno, sem fim ...
Em dueto nos apresenta
Os anos setenta
Elis Regina como clarim

Sol, verão, estações, águas de março
Um dueto famoso nos acalenta
o poeta ... o boêmio e a intérprete,
A década, a paz não se comenta

Regando cidades,
Campos e sertões
Águas de março
Fizeram sóbrios os salões.

Agora se canta em refrão,
As águas de março
Em recordação.

E o poeta se foi,
E o canto entoou,
O refrão se firmou,
A melodia marcou.

Foi um passado pungente
Agora presente sem carinho,
O amor mais ausente.

Agora é a vida insegura
É arma atirando,
É o sangue pingando.

É a vida saindo
É o poeta partindo
É a morte chegando.

É o ritmo sem rima,
O trabalho sem o moço
É o suor sem esforço.

Agora pode ser
Carlos Antonio Estrangeiro
De Souza ou Sousa e Silva
Sem ideais, meios ou fins
Que se apresentam
Em grupos, em coro
A voz coletiva como estopim.

Natal, 31 de Março de 2009.
Dutra Assunção