Pres Magnos José (DEM) ladeado pelo vice pres. Naldinho e 1º Secretário Washington
Câmara municipal de Santana do Matos abre período legislativo com sessão ordinária, nesta sexta, 05/02 às 20:00h
Retomando os trabalhos legislativos os vereadores de Santana do Matos iniciam o primeiro período legislativo de 2010. Na oportunidade o prefeito Francisco de Assis Silva (PSB) usará a tribuna onde deve proferir a tradicional mensagem anual que reza o regimento interno da casa. Existe grande expectativa quanto aos assuntos a serem abordados pelo prefeito, principalmente quanto à prestação de contas do executivo que foi severamente cobrada durante todo o ano de 2009 pela Câmara Municipal, através de requerimentos ou nas sessões pelos próprios vereadores.
Aos internautas santanenses que moram em Portugal, Espanha, Slovênia, Inglaterra, Dinamarca, vários países da África, Estados Unidos, Colômbia, aos familiares que estão na Alemanha, São Paulo, Curitiba, Recife, Rio de Janeiro, Nova Friburgo e muitos outros conterrâneos que acessam diariamente o Blog, hoje poderão assistir ao vivo a sessão da câmara através do site edilimafreire.com.br a partir das 20.00h.
Cito também todos aqueles leitores desconhecidos que são indicados pelo localizador de acesso “Whos.amung.us” “Quem está entre nós?” Muitos deles santanenses ou não que verificamos seus acessos (onde estão) on-line ao clicar o pedestre no quadradinho amarelo do blog, (abaixo dos seguidores). A todos eles (conterrâneos ou filhos de conterrâneos) que as saudades contidas sejam um puco amenisadas por notícias da terra ou pelas imagens autênticas do que somos.
O articulista Zuenir Ventura, comunista light a serviço da patotagem do cinema novo, reverberou a opinião (“O Globo” 25/11/09) de Luiz Carlos Barreto, quem sabe bolado nos intestinos mentais deste produtor, de que o filme “Lula, o filho do Brasil” (no qual a Globo Filmes, empresa das Organizações Globo, investiu R$ 800 mil) foi produzido “para ganhar dinheiro, sem qualquer objetivo ideológico”. Antes, no mesmo espaço, fazendo marketing disfarçado, Ventura já havia caitituado o filme de Lula, que, segundo ele, iria “mexer com a emoção e encharcar o cinema de lágrimas”.
Por que esse tipo de gente reage à percepção generalizada de que o filme de Lula, estrategicamente amparado pela Secretaria de Comunicação do governo, feito com o aval e o empenho do próprio Lula, é uma peça de propaganda oficial a serviço do deletério culto à personalidade? O que se procura esconder por trás de tal pretensão? A quem se pretende enganar?
(Minha resposta é que para impor seus objetivos de perpetuação de poder os comunistas só acreditam na manipulação dos fatos).
Levantemos alguns dados que não permitem dúvidas quanto ao caráter político-eleitoreiro do filme em foco, um típico exemplar do que na Itália fascista se chamou de “cinema do telefone branco”:
1) A pesquisa em que o filme se baseia – fortemente maquiada – é de autoria da “companheira” petista Denise Paraná, assessora política na campanha do ex-sindicalista contra Collor de Mello, em 1989;
2) A editora do livro, que financiou a pesquisa, é nada menos que a facciosa Fundação Perseu Abramo, organismo criado pelo PT para dar “suporte ideológico” aos “companheiros de jornada”, em geral com verbas dos cofres públicos;
3) A logística financeira do projeto milionário, segundo informa “Veja” (25/11/09), é do homem de propaganda do governo, o ex-guerrilheiro Franklin Martins, “que teve influência decisiva na captação de recursos” tomados de empresas privadas dependentes do BNDES, banco dominado pelo governo petista;
4) O produtor do “bom negócio” é Luiz Carlos Barreto, velho predador dos cofres oficiais, que já se disse preso político e eleitor de Lula, embora de fato seja um ex-praça do corpo de Fuzileiros Navais com passagem pelos pântanos pouco ortodoxos de “O Cruzeiro”;
5) A linha de aberto culto à personalidade adotada pelo filme, seguindo modelo stalinista, faz de Lula uma cruza de santo com herói predestinado, tal qual um novo Moisés bíblico a abrir mares e levar os deserdados à terra da promissão. Neste sentido, convém lembrar que o publicitário oficial Duda Mendonça andou “burilando” a peça;
6) Embora o aval de Lula e os direitos de filmagens estivessem cedidos desde 2003, a “expertise” da produção programou sua exibição exatamente para 2010, ano de eleições presidenciais, no pressuposto de que o melodrama mistificador seria peça publicitária capaz de influenciar a massa ignara na hora do voto.
A idéia de beatificar Lula não é nova. Na campanha presidencial de 1989, enquanto parte do PT agredia Collor denunciando que ele era “filho de assassino” e “casado com duas mulheres” (exibia fotos no seu programa eleitoral de TV), outra facção da futura “quadrilha organizada” vendia Lula, de forma ensurdecedora, como um Cristo Iluminado, de conduta perfeita, ilibada e irretocável.
Foi preciso que aparecesse, nas páginas do “Estadão” (e, depois, no programa de Collor na TV), a enfermeira Miriam Cordeiro, ex-mulher do santificado Lula, tratando-o por consumado “canalha”. Entre outras verdades, a enfermeira afirmava que o “Cristo Iluminado”, desde que a tinha abandonado grávida de seis meses, discriminava miseravelmente a filha, Lurian, cuja vida, anos antes, queria “ver abortada”.
Agora, a mitificação de Lula, em torno da qual está atrelada a candidatura da ex-terrorista Dilma Rousseff, reaparece. Nela, o irrefreável Barreto explica que o herói da sua milionária obra de propaganda não é Lula, mas, sim, a mãe, D. Lindu, uma mulher devotada ao filho, a quem tratava com especial carinho. Se o que Barreto diz é verdade, Lula foi um filho relapso, para dizer o mínimo. Em depoimento ao repórter Mário Morel, no livro “Lula, o metalúrgico” (Nova Fronteira, Rio, 1989), “Frei” Chico conta que “a mãe ficou muito doente”, e que o irmão, Lula, já por conta da cachaça sindical, “não ia ver a velha”. E acrescenta: “Eu tenho uma irmã que tem uma bronca dele: Pô, você não foi ver a velha”. E vai por aí.
O meio familiar e sindical em que Lula viveu e se formou pode, pelo menos em parte, justificar o seu caráter, ou melhor, a completa ausência dele. Vejamos como a coisa se dava. A esse respeito, a citada Denise Paraná reproduz sintomático depoimento de Lula, que, na certa, não figura na propaganda de Barreto. Confessa ele inconsciente e, por cálculo, aparentemente sincero: “A carne que a gente comia era mortadela que o meu irmão roubava na padaria onde ele trabalhava”.
O mesmo irmão (seria o lobista Vavá?) que roubou a padaria, certa vez apareceu em casa dizendo que tinha encontrado um pacote de dinheiro embrulhado num jornal, debaixo de um carrinho. Esse dinheiro considerável – relata Denise Paraná – foi usado “para quitar o aluguel atrasado em cinco meses e financiar a mudança da família para a Vila Carioca, em S. Bernardo do Campo”. História esquisita, muito comovente, mas pergunta-se: e o dono do dinheiro, como ficou?
Quem sabe influenciado pelo irmão, o próprio Lula se jacta ao repórter Mário Morel (na obra citada) de ter, já rapaz feito, mandado o patrão “tomar no c*” depois de arrancar-lhe dinheiro de combinada hora extra que jamais cumpriu – o que não deixa de expressar, sem retoques, o seu peculiar senso ético.
No exercício da liderança sindical, o escolado Lula também não surpreende. Perduram nos anais da história seus encontros com Murilo Macedo, num sítio em Atibaia, interior de São Paulo, em que o “filho do Brasil” enchia a cara de cachaça e pedia – e recebia – grana ao ministro do Trabalho da “ditadura militar”.
Para não esgotar a paciência do leitor, avanço só mais um exemplo de como a propaganda de Barreto, municiada pelo governo, perverte a verdade dos fatos e constrói o deplorável mito: certa feita, na sua vida sindical, Lula, segundo relata Paraná, testemunhou impassível o brutal espancamento de um diretor de fábrica que, para não morrer, sacou o revolver e atirou para o ar. Diante da furiosa investida, em que os grevistas jogaram o homem pela janela, o nosso iluminado “condottieri” assim opinou sobre o massacre: “Eu achava que o pessoal estava fazendo justiça”.
Na versão mentirosa do filme de Barreto, feita para empulhar o espectador, após ver o trucidamento, Lula corre na direção do irmão sindicalista, “Frei” Chico. E diz, horrorizado: “Ele também é trabalhador!”.
No entanto, é justo reconhecer, há uma contraditória verdade quando se diz que o “filme de Lula foi feito para ganhar dinheiro”. Em última análise, o que queriam Lenin, Stalin, Hitler, Mussolini, Mao, Fidel Castro e tantos outros ditadores menores ao financiar a propaganda (sutil ou grosseira) em torno de suas extraordinárias e inexistentes qualidades pessoais?
Resposta: a manutenção interminável do poder, isto é, vida palaciana, roupas, comidas e bebidas refinadas, serviçais requintados, viagens internacionais, salários colossais, amantes, honrarias, respeito subserviente, disponibilidade do largo aparato partidário e a subordinação as classes sociais, arbítrio sobre a liberdade dos outros, etc., etc., etc. – o que significa dizer dinheiro, muito dinheiro, especialmente para quem, no comando do aparato do Estado, explora a riqueza alheia, em geral sacada por força da violência coercitiva do bolso de quem trabalha e produz.
Por outro lado, convém lembrar, a crescente expansão do capitalismo de Estado associado ao aparelhamento da máquina pública pelas hostes do PT, tornou o Brasil um dos países mais corruptos e violentos do mundo, senão o mais violento e corrupto. Ou alguém dúvida que fenômenos como o “mensalão”, os financiamento do parasitismo revolucionário do MST e de personalidades como Stédile, Marco Aurélio Garcia e afins, as somas bilionárias dos fundos de pensão e dos sindicatos, a súbita riqueza de Lulinha, a diplomacia comunista de Amorim, os intermináveis jantares e confraternizações do Planalto, os fabulosos gastos com a propaganda do governo, a leniência da mídia com a ignorância comunista de Lula e Dilma Rousseff, a corrupção eleitoral a partir de programas de aceleração do crescimento e suas vultosas comissões, os serviçais e a boa vida do Palácio da Alvorada (sempre em dispendiosas reformas) e a produção de filmes como “Lula, o Filho do Brasil”, por exemplo, não são consequências diretas do Estado Forte do “companheiro” Lula, prenúncio do mais sórdido socialismo?"
PS – Se o espectador por acaso assistir a “Lula, o Filho do Brasil” e encarar o filme como propaganda enganosa, e não concordar com ela, pode muito bem passar no Procon. O artigo 37 do Código do Consumidor, que a considera um crime, é muito claro: é enganosa qualquer tipo de publicidade que divulga informação total ou parcialmente falsa, capaz de induzir o consumidor a erro de julgamento. A pena do responsável pela infração é de três meses a um ano de detenção e multa.
(*) -Ipojuca Pontes é cineasta, jornalista, escritor, palestrante e ex-Secretário Nacional da Cultura.
Dia 1º/02 a empresa Nordeste Montagens retomou os trabalhos de instalação de uma torre para utilização de telefonia móvel - operadora “Claro” em Santana do Matos. O serviço estava paralisado a meses e a previsão do término, caso não chova, é de 30 dias, informaram os funcionários da firma. Após a prontificação virá outra equipe para instalação dos equipamentos.
O senador José Agripino (RN) participou, nesta quarta-feira (3), da gravação do programa Espaço Aberto – que será transmitido hoje, às 21h30, pela Globonews. Junto com o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), Agripino discutiu a pauta de votações do Senado para 2010, o início dos trabalhos legislativos no Congresso, pré-sal, entre outros assuntos.
O Espaço Aberto, apresentando pelo jornalista Carlos Monforte, será reprisado nesta quinta-feira (4), às 8h30.
Rogério Marinho é o deputado federal potiguar mais assíduo em 2009
Deputado esteve presente a 96,5% das sessões da Câmara em Brasília
O líder tucano no RN, deputado federal Rogério Marinho, foi o deputado potiguar mais assíduo de 2009. O parlamentar esteve presente em 111, das 115 sessões deliberativas realizadas na Câmara Federal, totalizando 96,5% de presença, com justificativa de suas 4 faltas. Bem diferente do cenário nacional, onde mais da metade dos deputados ignorou as justificativas que lhes serviriam para abonar as faltas.
Ao todo, 270 não apresentaram ofício explicando por que não compareceriam às sessões deliberativas em determinada data. A soma de todas as ausências não justificadas desse grupo chegou a 1.066, em um universo de 29.136 sessões realizadas, e das quais eles deveriam ter participado.
“Estar presente nas atividades parlamentares é a nossa obrigação. Somos eleitos para representar o povo nesta Casa e para tanto, precisamos estar assíduos nas sessões”, declarou o líder peessedebista potiguar.
A obrigação de assiduidade mínima está definida na Constituição Federal (Seção V – Dos Deputados e dos Senadores). Diz o texto do terceiro parágrafo do artigo 55: “Perderá o mandato o deputado ou senador que deixar de comparecer, em cada sessão legislativa, à terça parte das sessões ordinárias da Casa a que pertencer, salvo licença ou missão por esta autorizada”.
Foto: Ivanízio Ramos Igreja Adventista promove Campori Nordeste no RN
A Igreja Adventista do 7º Dia promove de 11 a 16 deste mês o Campori, evento que reúne, a cada cinco anos, jovens entre 10 e 15 anos, evangélicos ou não, num grande acampamento para a realização de trabalhos sociais e comunitários. Este ano, o evento será realizado em Parnamirim, dentro do Parque Aristófanes Fernandes. O trabalho realizado por eles é semelhante ao dos escoteiros. A expectativa dos organizadores é que 13 mil pessoas, entre jovens e líderes da igreja, de toda a região Nordeste participem do acampamento.
Na manhã desta terça-feira (2), a governadora Wilma de Faria recebeu os pastores da Igreja Adventista, Elmar Borges e James Lima, responsáveis pela organização do Campori, que vieram acompanhados do vereador Adenúbio Melo, membro da igreja. À governadora, eles fizeram convite oficial para que ela participe da abertura do evento, ocasião em que será homenageada.
Os Desbravadores, como são chamados estes jovens, atuam na divulgação de campanhas, como a de combate a dengue, por exemplo, distribuição de cestas básicas – os alimentos são arrecadados pela própria Igreja – e brinquedos, limpezas de praias e mangues e no ano passado participaram no auxílio às vítimas das enchentes nos municípios de Mossoró e Ipanguaçu. “O trabalho dos Desbravadores é um serviço, entre os muitos, que a Igreja presta à sociedade e um meio para se tirar crianças das ruas”, disse James Lima.
Durante o acampamento eles também participam de competições e pelo menos um dia do evento é dedicado a um passeio turístico. No Rio Grande do Norte cerca de 4.000 crianças fazem parte do clube Desbravadores.
O lema da campanha de lançamento é “O Real Ficou ainda Mais Forte”.
As novas cédulas de R$ 50 e R$ 100 a serem lançadas hoje (3) pelo presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, começam a circular ainda no primeiro semestre deste ano, segundo informou o Banco Central. As notas de menor valor – de R$ 2, R$ 5, R$ 10 e R$ 20 – serão trocadas gradualmente até 2012.
O lema da campanha de lançamento é “O Real Ficou ainda Mais Forte”. O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, também participa da cerimônia. As cédulas são assinadas por Guido Mantega e Henrique Meirelles.
"Transparência e cidadania Projeto aproxima governo e população
Nesta terça (2) a equipe administrativa estará na comunidade de Bela Vista.
Os investimentos da administração de Carnaubais ao longo de 2009 e as expectativas para o ano de 2010 em tom da prestação de contas. Esta é a filosofia do prefeito Luiz Gonzaga Cavalcante Dantas, o Luizinho do PSB, com o projeto de transparência adotado nas comunidades.
Na primeira apresentação do projeto “Transparência e Cidadania” realizado em janeiro, ele mostrou que apesar das dificuldades enfrentadas, Carnaubais teve um bom desempenho e registrou importantes conquistas.
A segunda apresentação do projeto acontece na tarde-noite desta terça-feira (2) com a participação dos secretários municipais, vereadores, lideranças comunitárias e a população em geral.
"A prestação de contas através deste projeto é um importante espaço de diálogo com a sociedade". Disse Luizinho, lembrando ainda que somente assim a comunidade carnaubaense pode conhecer de perto a realidade financeira da prefeitura.
Discurso na primeira
O lançamento do projeto aconteceu no Sítio Pai João. Ao todo, serão oito etapas. Em sua fala, Luizinho abordou as dificuldades e apresentou os números da administração municipal. O prefeito garantiu que não houve irresponsabilidade na sua gestão.
Após a exposição da secretária de finanças, o prefeito explicou que o município teve uma grande queda de arrecadação por conta da crise mundial, que afetou o repasse do FPM, ICMS e royalties do petróleo que chegou a cair 70% da receita.
Luizinho garantiu que as despesas do município estão sendo contidas com austeridade para que seja mantido os investimos na saúde, educação, moradia, assistência social e geração de emprego que aparecem entre as prioridades da administração.
Otimista, o gestor alegou que a crise econômica de certa forma ensinou sua equipe a trabalhar na superação das dificuldades. Para encerrar, agradeceu a todos os secretários e assessores pelo sucesso alcançado".
Um político tarimbado,
raposa véia de ação,
ganhador de eleição,
um enganador safado,
desses que fala incangado...
entrou no bar da pracinha
de numa cidadezinha
e gritou: - quem quer cachaça?
quem quiser bebe de graça,
hoje a conta vai ser minha!
Passou a tarde todinha
pagando cana e falando
e 'os bebo' se embriagando
e bebendo tudo que vinha.
e ele dizendo que tinha
dinheiro pra se manter
influencia nos puder,
e outras qualidades dele,
e que quem votasse nele
não ia se arrepender.
Prometeu pra Zé Jumento
Um milheiro de tijolo,
E pra Manezin do Bolo
Quatro saca de cimento.
Prometeu comprar um cento
De ripa pra Zé Migué,
Um sacolão pra Mané,
Remédio pra Zé de Bana,
E tome promessa e cana,
Risada, fuzaca e mé.
No “mei” da farra e da loa
Um menino entrou no bar
Começou a espiar
E viu aquela pessoa
Que tomou uma das boa
E tava estendido no chão
Perto do pé do balcão.
Esse bebo esparramado
Era o pai desse coitado
Que ninguém deu atenção.
Nem viram o menino entrar,
E quando ele foi entrando
Ficou num canto esperando
Pra ver o pai acordar
E ele ficou a escutar
As conversa do doutor
Que naquele seu furor
Nem via as águas caindo
Dos zói daquele menino
Que chorava de amor.
Nesse instante, do outro lado
Ouviu-se de lá da esquina
Um apito da buzina
De um motão avermeiado.
Um amigo do deputado
Passando pela tangencia
Pra marcar sua presença
Gritou sem descer da moto:
-Tu ta aí comprando voto,
Ou pagando pinitencia
Foi um momento bonito
Quando o povo calou-se
E o menino levantou-se
E respondeu com um grito
Mas forte do que o apito.
Do fundo da inocência.
Delatou a intransigência
Quando olhou pro pai no chão
E disse de supetão!
TÁ COMPRANDO CONSCIÊNCIA.
Dados sobre José Acaci
José Acaci Rodrigues é Professor, Poeta, Cordelista, e Compositor. Toca violão, viola de dez cordas e cavaquinho. É filho de Francisco Rodrigues da Silva, conhecido como Chagas Ramalho, Cantador de viola e cordelista paraibano da cidade de Cuité, e de Maria de Freitas Gonçalves, conhecida por Dona Mariquinha, que enviuvou em 1990 e até hoje mora em Macaíba-RN, cidade onde o casal criou seus oito filhos.
Acaci herdou do pai o dom e a paixão pela literatura de cordel. Criou-se viajando pelas feiras do interior ajudando o pai na venda de folhetos clássicos como: O romance do pavão misterioso, histórias de João Grilo, A peleja de Zé Pretinho com o Cego Aderaldo, Coco Verde e Melancia e outros. Além de participar da escolha dos temas dos folhetos escritos pelo seu pai, muitas vezes discutia a métrica e a formação dos versos. Sendo um estudante dedicado, tomou gosto pela matemática e pelo cordel, até que um dia descobriu-se capaz de meter-se pelos caminhos cordelistas. Residente em Parnamirim-RN desde 1986. Professor, com licenciatura plena em matemática(UFRN), tem pós-graduação em análises de sistemas além de cursos de aperfeiçoamento em matemática a nível médio e fundamental.
Nos últimos anos tem se dedicado a várias obras poéticas. É Autor do livro “Histórias de Rio pequeno – Uma Viagem Poética sobre a História de Parnamirim”, dos CD’s “Cordas e Cordéis” e “Do Cordel à Embolada” e de mais de cinqüenta títulos de cordel, entre eles: Cordel da Cidadania, O Cajueiro de Pirangi, Nomes Indígenas, Coisas que Vovó dizia, O Burro é o ser Humano, Nosso Rio Potengi e o Desastre Ambiental, Aquecimento Global, A Vingança de Maria, O Bicho Caiu de Lado, A Fortaleza dos Reis Magos, O Sonho de Joãozinho, entre outros.
Em 2005 Acaci organizou e apresentou à secretaria de Educação de Parnamirim/RN o projeto O Uso do Cordel na Sala de Aula, O projeto foi implantado inicialmente nas escolas Professora Enedina e Augusto Severo. Em 2007 o projeto expandiu-se para quatro escolas, as duas já citadas e mais Manoel Ferreira e Jussier Santos, trazendo para a sala de aula a musicalidade, a métrica, a rima e as histórias, causos e narrativas da literatura de cordel. Acaci é um batalhador apaixonado pela arte que sonha com uma educação de resultados e uma sociedade mais justa e consciente dos seus deveres e responsabilidades com o futuro do lugar onde vive.
Em 1999 Acaci criou o evento Encontro de Violão Amador de Parnamirim, que já teve repercussão estadual quando recebeu o grande violonista Yamandu Costa em 2005, esse evento já vai para sua décima segunda edição quando, em 09 de maio de 2009, estará homenageando Nestor Lima, um dos precursores da música em Parnamirim.
Carlos Eduardo pres. do PDT/RN - Ex Deputado e ex-prefeito da capital Carlos Eduardo uma candidatura
respeitável ao governo do Estado
A candidatura de Carlos Eduardo toma corpo e já preocupa as bases governistas. É um nome respeitado, foi um bom prefeito em Natal, até agora aguardou com serenidade, postura e sem tecelagem as decisões dos grandes líderes. Sendo preterido ou mesmo demonstrado desinteresse e descaso de sua força política, só agora sendo procurado para discutir o pleito de 2010, foi encontrado em campanha, com a simplicidade de sempre, um novo candidato, uma opção retirada do bolso da bermuda que poderá ser do povão a demonstrar a força que tem, podendo até fazer a história tão conhecida das surpreendentes eleições no Rio Grande do Norte.
Carlos Eduardo na Redinha - Foto: Marlio Forte Carlos Eduardo no final de semana foi a Angicos prestigiar a convenção do seu partido, onde os pedetistas conferiram a presidência do Diretório local ao jovem Modesto Batista. Na procissão de Nossa Senhora dos Navegantes foi o único governadorável presente. Já estava presente ao local a governadora Wilma de Faria, a deputada Fátima Bezerra e o deputado Felipe Maia. Por outros caminhos saiu Carlos Eduardo de encontro as pessoas na praia da Redinha.
Ja se comenta que o primo, deputado Federal Henrique Eduardo tem evitado falar em público sobre a situação da base governista no Rio Grande do Norte. Um motivo seria o que falar da decisão do primo manter o projeto de entrar na disputa para o Executivo. Henrique tem posições firmes de manter as bases do presidente Lula vitoriosa no Estado. Certamente, em breve vai procurar Carlos Eduardo para discutir o pleito 2010