domingo, 13 de setembro de 2009

VEREADOR SOLICITA NOVAMENTE POÇO TUBULAR PARA COMUNIDADES NEGRAS RURAIS EM SANTANA DO MATOS

Vereador João Maria Cadó (PMDB)-Quilombolas de Riacho da Roça e Conceição do Abrigo em Santana do Matos ainda padecem pela falta d'água.

Sessão da Câmara Municipal de Santana do Matos

Sessão ordinária realizada 11/09 foi considerada uma das melhores da atual legislatura. O secretário de saúde do município Sr. José Luiz da Silva Neto como convidado falou sobre as dificuldades e a atuação da secretaria. Outros importantes assuntos foram colocados e questionados. Requerimentos importantes apresentados e outros aprovados para trâmites legais. Dentre eles destacaram-se:

A) - Aprovado projeto de lei do gabinete do prefeito pedindo crédito suplementar ao orçamento de 2009 – para aquisição urgente de um veículo para transportar pacientes com necessidades de exames e consultas na capital.

B) – Aprovados requerimentos do vereador Washington Luiz solicitando ao chefe do executivo e ao secretário municipal de educação para que o veículo escolar de Belo Monte e Palestina II até Barão de Serra Branca seja colocado capota e Criação e construção de uma casa de estudantes na cidade para apoio aos jovens da zona rural.

C) – Aprovados requerimentos do vereador João Maria Cadó de Macedo (PMDB) – solicitando que sejam encaminhados ofícios a Exma. Srª. Governadora Wilma de Farias, ao Secretário de Recursos Hídricos - Sr. Iberê Ferreira de Sousa e ao Prefeito Municipal Sr. Francisco de Assis Silva, no sentido de que seja Construido uma mini adutora na comunidade dos quilombolas, situada em Riacho da Roça e um poço tubular na comunidade dos quilombolas, situada em Conceição do Abrigo.




QUILOMBOS
Comunidades remanescentes – RN


Nos últimos anos, vem ocorrendo, em todo o Brasil, uma mobilização das comunidades negras rurais, que gradativamente vivenciam processos de retomada de suas identidades quilombolas, o que significa se auto-afirmarem como grupo negro e reivindicarem o pertencimento a um determinado território e o reconhecimento por seus direitos enquanto grupo étnico.

Todo esse fenômeno de etnogênese deve-se, em parte, à ação política do movimento negro e principalmente à promulgação da Constituição Federal de 1988, que, em seu Artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, aponta para a possibilidade de uma ação efetiva de reconhecimento de direitos dos descendentes de africanos que foram trazidos à força para o Brasil, na condição de escravos, desde o período da colonização portuguesa. Esse artigo constitucional identifica como sujeitos de direito os “remanescentes das comunidades dos quilombos”, determinando ao Estado a responsabilidade de “conferir-lhes os títulos definitivos de propriedade” de seus territórios tradicionais. Os documentos legais consideram os remanescentes das comunidades dos quilombos como “os grupos étnicoraciais, segundo critérios de autodefinição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com a resistência à opressão histórica sofrida”.

A categoria “remanescentes de quilombos” deve compreender, portanto, todos os grupos que desenvolveram práticas de resistência para a manutenção e para a reprodução de seus modos de vida característicos num determinado lugar, cuja identidade se define por uma referência histórica comum, construída a partir de vivências e de valores partilhados. Resistência e autonomia passam a ser os elementos fundamentais para caracterizar o conceito contemporâneo de quilombos. Eles se constituem como “grupos étnicos”, um tipo organizacional que confere pertencimento através de normas e de meios empregados para indicar afiliação ou exclusão, cuja territorialidade é caracterizada pelo uso comum, pela sazonalidade das atividades agrícolas e por uma ocupação do espaço que tem por base os laços de parentesco e de vizinhança, assentados em relações de solidariedade e de reciprocidade (Arruti, 2006). Todavia, o fator étnico não se reduz aos traços distintivos; mais do que isso, constitui a base para a organização, para a ação política e para a mobilização de tais grupos no seu relacionamento com os demais grupos e com o poder público.

Historicamente, o negro africano chegou à província do Rio Grande no início do século XVII, vindo de Pernambuco, para trabalhar, como escravo, nos engenhos de cana de açúcar de Cunhaú e Ferreiro Torto e, posteriormente, nos engenhos do Vale do Ceará-
Mirim, de São José de Mipibu, de Goianinha e de Canguaretama. A ocupação do interior e o seu povoamento ocorreram a partir da metade do século XVII, efetivando-se durante o século seguinte, num processo marcado pelo extermínio do indígena e pelo ingresso da população negra escrava. A ocupação e povoamento da província seguiram um modelo de exploração econômica baseada na cana-de-açúcar, na agricultura e na atividade pastoril. Na agricultura, predominavam a agricultura de subsistência e a lavoura de mandioca e, posteriormente, a exploração do algodão. Na pastoril, a criação de gado destinava-se a fornecer o gado às feiras da Paraíba e de Pernambuco.

Outra atividade relevante nesse período foi a exploração da indústria de carne seca nas Regiões de Mossoró e de Assu. A demanda de mão-de-obra para essas atividades permitiu o aproveitamento do negro escravo em maior escala, notadamente no século XVIII. A historiografia não tem dado a devida atenção ao tema do negro na sociedade potiguar.

Essa invisibilidade aponta para a pouca presença, para a chegada tardia da população escrava no Rio Grande do Norte e para a sua pouca contribuição no processo de formação da sociedade colonial. O primeiro postulado, fundamentado a partir de uma análise do processo colonial, defende que o negro teve presença rara e quase inexpressiva, conseqüência da ausência de um sistema escravista exportador. A segunda idéia, por sua vez, sugere que, em áreas rurais, notadamente naquelas dedicadas à criação e ao abate de animais, como as Regiões Seridó e Oeste, as relações entre escravos e patrões eram mais cordiais. Essas relações seriam decorrentes, sobretudo, do modelo econômico implantado e de um menor contingente de escravos.

Estudos recentes de alguns historiadores potiguares destacam que a pecuária extensiva empregava reduzida mão-de-obra, negra e não negra, e que, sobretudo, a presença negra na região deu-se na condição de quilombola, ou seja, de escravos que fugiam para o interior, subtraindo-se a sua condição de mão-de-obra forçada. Maria Regina Mattos mostra que o trabalho livre foi utilizado concomitante ao trabalho escravo até o fim do período escravista na Região do Seridó, indicando a existência de um protocampesinato escravo nessa Região. Denise Monteiro afirma que, particularmente no Semi-árido nordestino, a preponderância do trabalho livre sobre o trabalho escravo já se fazia presente desde o ultimo quartel do século XVIII, apontando que, na província do Rio Grande do Norte, o trabalho dos indígenas e dos homens livres, pobres e mestiços foi o principal sustentáculo da economia.

O fato é que, com relação à presença negra no Estado, os estudos disponíveis não são suficientes para expressar a dinâmica do contexto escravista, principalmente nos séculos XVIII e XIX. A condição de “escravo fugido” precisa ser pesquisada e documentada, assim como o comércio local e regional de compra e venda de escravos e o declínio da escravidão a partir de 1850. Acredita-se que, no contexto daqueles séculos, significativas estratégias de resistência ao sistema escravista foram postas em prática pela população negra, como formas de organização social e construção dos territórios negros. O único momento em que a presença negra é visível e enaltecida aparece nas descrições dos costumes e das manifestações culturais, produzidas principalmente pelos folcloristas, registrando aspectos da música, da dança ou da religiosidade. Um desses registros foi feito por Veríssimo de Melo sobre as festividades das Irmandades de Nossa Senhora do Rosário em municípios da Região Seridó. Segundo o autor, tais irmandades seriam como uma reação à aculturação dos negros na época da escravidão.

No Rio Grande do Norte, apesar da historiografia afirmar a pouca presença dos escravos, os seus descendentes estão espalhados por todas as regiões, compondo um conjunto de dezenas de comunidades negras rurais. Esses grupos, vivendo situações variadas e complexas, apresentam elementos comuns no que diz respeito à relação com a terra, à consangüinidade, ao passado histórico e às alianças e aos confrontos com a sociedade do entorno.

A terra é o bem fundamental dessas populações; é de onde se retiram os produtos essenciais para a subsistência do grupo familiar. É, ao mesmo tempo, o espaço de trabalho e o espaço onde se vive. É também o elemento unificador do grupo social, no qual se constrói a história cotidiana de homens e de mulheres, dotando-se de significados a vida e o mundo dessas comunidades negras. A historiografia e a memória dessas gentes documentam que a ocupação da terra por grupos negros configurou-se, principalmente, sob a forma de “posse” de terras devolutas, empreendida por negros escravos fugidos ou alforriados.

A vida cotidiana mostra-nos o enfrentamento das dificuldades materiais de existência, as situações de discriminação e preconceitos, além dos procedimentos históricos de usurpação de suas terras. Estudamos duas comunidades negras rurais do Sertão potiguar — os Negros do Riacho e a Comunidade do Jatobá — que, embora possuam trajetos particulares enquanto comunidades remanescentes de quilombos, representam exemplos da problemática enfrentada pelas demais comunidades: existir enquanto grupo negro num mundo rural branco, conforme procuramos ressaltar. Os “Negros do Riacho”, de Currais Novos, são descendentes de Trajano Lopes da Silva, um ex-escravo que se “apossou” das terras do Riacho, passando a viver ali, com sua família. Atualmente são 3,6 hectares onde vivem cerca de 150 pessoas, cuja atividade econômica é centrada na pequena agricultura de subsistência e na produção da “louça”, comercializada semanalmente na feira da sede do município. A unidade familiar é formada pela família nuclear com sua prole e caracteriza-se pela residência matrilocal e pela relação de trabalho familiar, na qual a vinculação do trabalhador aos meios de produção é mediada pela relação de parentesco. O grupo apresenta uma divisão interna formada pelos caboclos e pelos negros, embora, para o mundo exterior, fora dos limites das terras do Riacho, essa separação não apareça. Todos são conhecidos como os “Negros do Riacho”. O grupo vivencia conflitos principalmente quando entram em jogo o direito e a disputa pela terra. Nos últimos anos, a comunidade tem sido alvo de constantes ações políticas do poder público; no entanto, o seu bem mais fundamental — a terra — continua sem regulamentação.

A Comunidade Negra do Jatobá está localizada no município de Patu. São cerca de 68 pessoas vivendo numa terra de 85 hectares. São descendentes de Manoel e de Raymunda, escravos de Joaquim Texeira Dantas, proprietário de terras no Patu de Fora, durante o século XIX. A terra do Jatobá é uma propriedade adquirida por João Luiz de Aquino, através de compra realizada em 1941. Adquirir um pedaço de terra foi uma estratégia fundamental empreendida pelo neto do casal de escravos para ele e os seus parentes escaparem das armadilhas do sistema formal pós-abolição. Um diferencial nessa trajetória é que João Luiz conseguiu comprar uma terra em que pode viver com alguns dos seus familiares. Isso é um marco, pois é um momento em que se tentam juntar a família, já dispersa, e pensar na construção de um território, um espaço como refúgio, lugar de viver, de se reconhecer como pertencente a um grupo social, possibilitando-se a elaboração de identidades.

A exploração dessas áreas ocorreu basicamente através de atividades agrícolas pautadas pelos laços de parentesco e pelas relações de reciprocidade. A principal atividade produtiva continua sendo a agricultura, que é desenvolvida de forma precária, pois as condições de trabalho são limitadas a apenas alguns instrumentos de trabalho, como o arado, o boi e a enxada. A inexistência de projetos que financiem as produções agrícolas e a escassez de chuvas são alguns dos determinantes que dificultam o trabalho e a produção. É fundamental, para as comunidades remanescentes de quilombos, não só a manutenção de suas identidades, a construção de processos de etnicidade e a luta por seus direitos enquanto grupo étnico, mas também o investimento de políticas públicas que contemplem as demandas dessas populações, principalmente daquelas alicerçadas em práticas econômicas de gestão comunitária, e que ouçam essas pessoas, respeitando as singularidades de uma comunidade negra estigmatizada e reconhecendo-as como portadoras de uma visão de mundo e possibilitando a reflexão sobre as suas trajetórias e sobre os seus projetos de vida.

COMUNIDADES NEGRAS RURAIS NO RN
Município e Nome da Comunidade
1.Acari - Higinos
2.Apodi - Soledade
3.Alexandria
4.Antonio Martins - Timbaúba
5.Afonso Bezerra - Lagoa da Ilha, Barra, Carreta e Curralinho
6.Barcelona - Queimados
7.Bom Jesus - Pavilhão e Grossos
8.Caicó - Furnas da Onça, Rio do Peixe e Bonsucesso
9.Currais Novos - Negros do Riacho
10.Campo Redondo - Baldo
11.Ceará-Mirim - Coqueiros e Capoeira dos Negros
12.Cerro Corá - Negros do Boinho
13.Grossos - Alagamar
14.Ipueira - Boa Vista e Negros do Barcão
15.Ipanguaçu - Picadas
16.Ielmo Marinho - Nova Descoberta
17.Jardim do Seridó - - Pretos do Bom Sucesso
18.Jundiá Comunidade Pires
19.Lagoa Nova - Macambira
20.Luís Gomes - São Bernardo
21.Macaíba - Capoeira dos Negros, Bonsucesso, Lagoa do Sítio e Riacho do
Sangue
22.Parelhas - Boa Vista dos Negros, Poço Branco e São Sebastião
23.Parnamirim - Moita Verde
24.Patu J - atobá
25.Pedro Avelino - Negros das Arqueiras e Aroeiras
26.Pedro Velho - Alecrim
27.Poço Branc - Acauã
28.Portalegre - Pegas, Arrojado, São Domingos, Engenho Novo e Sobrado
29.Riacho da Cruz - Dos Pegas
30.Santana do Matos - Serra da Pimenteira, Conceição do Abrigo, Família Limão e
Riacho da Roça

31.Santo Antônio - Cajazeiras, Camaleão, Toscão
32.São Gonçalo - Serrote
33.São Miguel - Vieira
34.São Paulo do Potengi - Alecrim
35.São Tomé - Gameleira
36.Serra Negra do Norte - Negros da Serra
37.Tenente Ananias - Poço do Açude
38.Tibau do Sul - Sibaúma
39.Touros - Baixa, Quinquim e Areias

Fonte: Luiz Assunção
Depto. de Antropologia - UFRN

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

WILLY GANHA CONCURSO "G & G DO VALE" EM ASSU


WILLY DE SOUZA (SANTANA DO MATOS) E TÂMILA KALINE (JUCURUTU) GANHARAM O CONCURSO "GAROTO & GAROTA DO VALE" REALIZADO EM ASSU

Em 05/09 o colunista social João Manuel acompanhou os vencedores do concurso “Garota & Garoto Cajarana 2009”, Willyma de Sousa e Willy de Souza até Assu/RN para participar do Maior concurso de Beleza da Região do Vale.

Os representantes da beleza santanense ficaram hospedados no Hotel Vila Nova, com todas as despesas pagas pelo colunista do Jornal Cajarana para representar o município de Santana do Matos.

Foram 12 concorrentes entre Garotos e Garotas representantes das cidades de Santana do Matos, Jucurutu, São Rafael, Itajá, Alto do Rodrigues, Pendências, Porto do Mangue, Triunfo Potiguar, Carnaubais, Parau e Ipanguaçu.

A grande festa da beleza interiorana já tradicional na capital do Vale foi realizada na AABB/Assu, no dia 06/09, e os vencedores foram Willy de Souza (Santana do Matos) e Tâmila Kaline (Jucurutu), Willyma de Souza, Garota Cajarana 2009 foi a quarta colocada no concurso do vale.

Os santanenses, Willy e Willyma (G&G Cajarana 2009) representaram muito bem a cidade - desenvoltura, simpatia e muita segurança foram os itens aferidos e somados aos representantes da beleza santanense.

A presença de Willy já está confirmada no concurso “Elite Model” que será realizado em Natal com data ainda não definida para o mês de outubro. O Elite Model é o primeiro passo nas passarelas do mundo comercial que envolve a beleza no nordeste.

Parabéns Willy e Willyma que aproveitem essas oportunidades oferecidas, inicialmente pela coluna social do jornal santanense e agora pelo trabalho dedicado que faz o colunista social João Manuel. Fluidos positivos de muitos santanenses orgulhosos pulverizam vocês.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

HOMENAGENS EM MENSAGENS POÉTICAS PELO TRANSCURSO DO ANIVERSÁRIO DO POETA TROVADOR ADEMAR MACEDO


Mensagens poéticas

Homenagens ao Poeta Trovador "Ademar Macedo" pelo transcurso do seu aniversário em 10/09/2009.

Trovas em homenagens


Parabéns a quem renova
O sonho com todo ardor
e, no cálice da trova
nos serve o vinho do amor
Autor: José Lucas de Barros / RN

Ademar, meus parabéns
e muita paz para os teus
Em cada amigo que tens,
tens um presente de Deus!
Autor: A. A. de Assis

Eu lhe desejo Ademar,
meu querido amigo-irmão,
uma saúde sem par,
do fundo do coração!
Autor: Gislaine Canales / SC

"Parabéns - grande Ademar
-Tudo de bom e Saúde!...
E, junto aos seus, em seu lar,
felicidade amiúde!...
Autor: Hermoclydes Siqueira / RJ

Rezei tanta Ave-Maria
pra você, como ninguém,
que se foi a hemorragia
e o seu juízo também!
Autor: Pessoa / CE

E a palavra poesia
Como é que se escreve?
Se eu fosse mestre, um guia
Diria como se deve.
Você começa com “A”
A desvendar o segredo
E termina ao completar
O nome “Ademar Macedo”
Autor: Assis Braga

E Suas Trovas Ficaram:
Poeta, triste ou risonho,
segue em frente e não recua:
Cavalga nuvens de sonho
em pleno mundo da lua!
Autor: Edmilson Ferreira Macedo / MG

Estrofe
-Ademar, eu peço a Deus

pra você, neste momento,
um caminhão de saúde,
um trem de força e de alento.
Não contrate cirurgia,
que a farmácia da poesia
tem o seu medicamento!

( Com toda a fé num breve restabelecimento,
mando o meu abraço fraterno. José Lucas )

Estrofe
Ademar, querido amigo,

Dentro do peito, comigo,
Eu te guardo como irmão!
Mais saúde, eu pediria,
A ti, "Mestre da Poesia",
Raio de luz e afeição!
Autor: Delcy Canalles / RS

Estrofe
Investiu no sentimento,
matéria prima: alegria.
Um fabricante de versos
polidos pela magia,
o dinamismo exemplar
faz do poeta Ademar,
um menestrel da poesia.
Autor: Djalma Mota / RN

Estrofe
Parabéns, Mestre Ademar,
pela data que ressoa,
é mais um ano de vida
envelhecendo a pessoa;
seu coração se renova,
fazendo uma nova trova
mostrando que a vida é boa!
Autor: Prof. Garcia. / RN

Soneto
Um exemplo da luta
Marinheiro dos mares desta vida,
fuzileiro das guerras da existência,
A vitória maior... Sobrevivência,
Flor de um jardim, em terra ressequida!...

Um exemplo da luta destemida,
uma lição de amor e sapiência,
o vencedor maior da turbulência,
tens a medalha de ouro merecida!...

E tudo isto, Ademar, eu te relembro,
neste dia dez, mês de setembro...
Meus parabéns em forma de oração!

O presente que te dou é a poesia...
Você é meu presente, todo dia!
És meu melhor amigo... Meu irmão!...
Autor: Macedo, Francisco Neves / RN

Parabéns Ademar Macedo!
Canta o galo, manhã inda bem cedo,
tocando sino em Santana do Matos
e na melhor idade vem os fatos
do primo choro de Ademar Macedo.

Foi lá, Ademar, os teus primeiros passos
Entre os minérios, esse Bardo ledo;
vive e festeja sem mais arremedo
Anistiando, em pé, seus descompassos...

Digo-te amigo, quem verseja esquece,
Dores, percalços, suplantado em vida,
e as negras horas que agente padece.

Ao ver no espelho, a face envelhecida,
as nuvens turvas o verso embranquece
para acolher a inspiração devida!...
(Deth Haak “a Poetisa dos Ventos” / RN)

Ao Mestre com carinho
Receba Ademar Macedo
Esses versos assimétricos,
Sentimentos de aprendiz
Reconhecendo teus méritos.

Macedo, Ademar receba
Rimas métricas esquecidas,
As quadras amenizam a dor
suportáveis, não merecidas.

Ademar Macedo receba
A simplicidade dos versos,
A pureza dos sentimentos,
Teus fluidos serão anversos
Autor: Dutra Assunção


Homenagens Especias

Eu sempre tenho Ademar/
a liderar minha prece/
mantenha-se a versejar/
já cumprindo sua messe.
Autora: Olga Dias


Para o Ademar, um alento...
Que paire por sobre a dor,
que ele enfrenta no momento,
a mão do nosso Senhor.
Autora: Sônia Tarassiuk

Ao exímio Trovador
Ademar, meu caro amigo
e exímio Trovador
Eu não posso estar contigo
mas peço ao nosso Senhor
que te dê todas as bênçãos:
muita paz, saúde e amor.

Que no seu aniversário
no dia dez de setembro
essa é a data certa
esse dia eu bem me lembro
Tu estarás cantando Trovas,
parece até que estou vendo!...

Receba agora este abraço
deste amigo trovador
que não cursou medicina
neste caso, um amador.
Mas pediu ao lá de Cima
que venha ser seu doutor.

Nas mãos de Deus te entregando
Não há mais nenhum perigo
Vou ficar aqui rezando
Com toda fé eu te digo:
Vais continuar trovando
Ademar meu caro amigo!
Autor: Roberto Pinheiro Acruche

O MESTRE AGRADECE

Pela insensatez da idade
e pelo que o amor requer,
choro, às vezes, de saudade ,
fingindo outra dor qualquer!
Ademar Macedo/RN

Descobri no envelhecer,
nos meus momentos tristonhos,
que eu não tive, em meu viver,
nada mais que muitos sonhos!
Ademar Macedo/RN)

Estrofe
Dos poemas mais diversos
que eu já fiz na vida a esmo,
neste aqui eu fiz uns versos
de parabéns pra mim mesmo.
e por tudo o que eu já fiz
quero também ser feliz
pois agora é minha vez;
e apesar de ser meu dia
vim trazer minha poesia
de presente pra vocês.
Autor: Ademar Macedo /RN


quarta-feira, 9 de setembro de 2009

BOM DIA POESIA - UM BOM DIA ATRAVÉS DA ESTROFE DO SANTANENSE GÔGA



Toda leitura é caminho
que leva ao conhecimento,
se torna um hábil instrumento
para a ascensão social.
Essa leitura é o canal
Que nos conduz ao saber,
cultivo o hábito de ler,
há leitura em toda parte
expostas à nossa vista
cada leitor é um artista,
toda leitura é uma arte!

Autor: Francisco Maribondo (Gôga)
Santana do Matos/RN

domingo, 6 de setembro de 2009

BRASIL ATROPELA ARGENTINA 3 x 1


Luiz Fabiano - autor de dois gols da classificação histórica

setembro 6th, 2009 Por aurisson
O Brasil está na Copa do Mundo de 2010. E selou sua classificação de forma histórica na noite deste sábado: bateu a Argentina por 3 a 1, silenciou o estádio Gigante de Arroyito, em Rosario, e ainda complicou a situação do rival. Com três rodadas de antecedência, a equipe de Dunga carimbou seu passaporte à 19ª edição do Mundial, do qual é o maior vencedor e o único a ter disputado todas as vezes.

Fria e esbanjando personalidade, a seleção ignorou a pressão criada por mais de 30 mil argentinos. Os gols de Luisão e Luís Fabiano no primeiro tempo abalaram os anfitriões (o camisa 9 ainda fez mais um na etapa final e Dátolo descontou). O cenário complicado da Argentina nas eliminatórias também influenciou a favor do Brasil e contra os locais.

“Fico feliz de ter participação ativa nos gols, ter ajudado novamente a seleção a ganhar. Foi um dia maravilhoso para este grupo. Agrega muito valor se classificar à Copa na Argentina. Temos um time maravilhoso, muito inteligente em campo apesar de toda a catimba e do que foi criado no jogo”, disse o meio-campista Kaká.

Se o Brasil chegou aos 30 pontos e se garantiu na Copa por não poder mais ser alcançado pelo quinto colocado (quatro avançam direto), os hermanos seguem com 22 pontos e na quarta colocação. No entanto, nas três partidas que ainda restam, a Argentina encara Paraguai e Uruguai fora de casa. Em seu território, recebe o Peru.

O resultado desta noite ainda representou a classificação mais rápida do Brasil para um Mundial desde que o atual formato foi adotado, após a edição de 1994. Para o torneio na França, a seleção não precisou passar pelo qualificatório por ser a atual campeã. Em 2002, a vaga veio na última rodada. Em 2006, uma rodada antes.

A vitória também deixa Dunga com moral diante do maior arquirrival brasileiro. Em cinco confrontos dirigindo os pentacampeões, acumulou três vitórias sobre o país vizinho (uma delas na final da Copa América de 2007), um empate e uma derrota à frente do time olímpico nos Jogos da China.

O Brasil volta a campo às 22h da próxima quarta-feira, quando recebe o Chile no estádio de Pituaçu, em Salvador. Já a equipe de Maradona visita o Paraguai às 20h do mesmo dia, no estádio Defensores del Chaco, em Assunção.

A pressão sobre o Brasil começou bem antes de a bola rolar. Já no aquecimento, Júlio César viu uma bomba estourar do seu lado. Os reservas foram alvos de uma garrafa plástica. Foi um prenúncio da força que a torcida tentaria demonstrar daí em diante. Quando a bola rolou, bastaram dois toques na bola dos anfitriões para começar o coro de olé.

Contagiada pela torcida e precisando do resultado, a Argentina tentou tomar a iniciativa. Uma arrancada e um chute de Messi fizeram o ânimo da torcida aumentar ainda mais. Mas Luisão quis dar um basta na festa. Após cruzamento de Elano, o zagueiro cabeceou no canto e abriu o placar.
A torcida local não se calou. Pelo contrário: cantou ainda mais forte. O apoio dos argentinos, porém, também tem limite. E neste sábado, o limite foi o segundo gol do Brasil. Aos 30min, Luís Fabiano aproveitou sobra de Andújar em chute de Maicon e mandou para a rede.

A necessidade de fazer um bom resultado empurrou ainda mais o time de Maradona para frente. Maxi Rodríguez quase descontou. Júlio César não deixou. A vantagem fez o Brasil ficar em situação confortável, apostando na saída em velocidade com Kaká e Robinho. Foi a vez de os poucos torcedores brasileiros darem o troco: gritaram olé e ovacionaram Maradona ironicamente.

Depois do intervalo, com Agüero no lugar de Maxi Rodríguez, Maradona colocou a Argentina para sufocar o Brasil. Deu certo. Em lindo chute, Dátolo descontou aos 20min. O estádio voltou a explodir. A festa, contudo, durou dois minutos. Foi o tempo que a seleção de Dunga levou para fazer 3 a 1: Luís Fabiano anotou seu segundo gol na partida depois de bela jogada tramada com Kaká.

Bem posicionado na defesa, o Brasil voltou a ser pressionado pelos anfitriões. Júlio César, em grande fase, também ajudou a segurar o resultado. Calada, a torcida argentina precisou ouvir os brasileiros festejarem a vaga na Copa e foi embora do estádio preocupada com o futuro do time de Maradona.

Fonte:
Santana da Gente

sábado, 5 de setembro de 2009


DEP. WALTER ALVES (PMDB) ENCAMINHA OUTRO PROJETO DE LEI QUE PODE SER SANCIONADO


Projeto de Lei visa auto-escola pública no RN

O deputado estadual Walter Alves (PMDB) apresentou um Projeto de Lei na Assembleia Legislativa que visa a criação de uma auto-escola pública no estado do RN. Segundo o peemedebista a “Auto-Escola Pública do Rio Grande do Norte” será administrada pelo Governo do Estado, com os convênios e parcerias que a legislação pertinente facultar, e, inicialmente, terá sede em Natal, devendo se expandir para as cidades-pólo do estado, com base em cronograma de implantação ainda a ser definido, no prazo de 24 meses.

Para participar como aluno, o estudante terá que comprovar renda menor ou igual a três salários mínimos. Os estudantes egressos do último ano do Ensino Médio da Rede Pública Estadual também poderão utilizar os benefícios desta Lei. A idéia é que o aluno possa usufruir de todo o processo para a retirada da Carteira de Habilitação, sem nenhum custo.

“O Detran, no exercício de suas atribuições, isentará da taxa de emissão da ‘Carteira de Habilitação’ os egressos da ‘Auto-Escola Pública do Rio Grande do Norte’, como forma de se somar ao objeto desta lei, para que esta realmente cumpra seu escopo, que é a real capacitação e a formação de condutores habilitados para o mercado de trabalho no Estado”, explica Walter.

“A Auto-Escola Pública do Rio Grande do Norte será uma instância democrática e direcionada aos carentes, que também têm o direito de se tornarem condutores habilitados e estimulados, podendo usar esta aptidão, para o desenvolvimento profissional ou, mesmo, para sua vida como pessoa humana e ser social”, finaliza Walter.
Fonte:
AssCom
Nota do Blog:

O novo projeto de Lei do deputado Walter Alves, "Auto Escola Pública no RN" tem uma abrangência sócio econômica importantíssima, rápida e significativa. Rapidez em profissionalizar centenas de rapazes em pouco tempo e com pouco investimento oportunizando emprego e renda em várias regiões do Estado. Espero que esse projeto tenha o mesmo sucesso do anterior Selo "Boi da Terra" que agora é Lei, também de autoria do deputado Walter Alves.

Contratar uma auto escola para profissionalizar 50 jovens em quatro ou cinco meses numa cidade do interior, gastaria menos do que cobra as grandes bandas de forró sem licitações. A diferença fica por conta da profissão e dos Djs !

Esse assunto falei na FM de Fernando Pedroza recentemente quando estive no programa "Tribuna Livre" de Daniel Pereira. E deixei no ar como uma interrogação, questionando em alto e bom som, quando falávamos dos problemas comuns da nossa região.

Dirigindo-me ao Daniel Pereira, assim me expressei no ar: Daniel por que os políticos da nossa região não contratam uma auto escola e capacitam como profissionais dezenas de jovens ao mercado de trabalho?

Citei o Distrito de Residência em Santana do Matos, onde tenho um sítio e que lá existem vinte e poucos jovens sem trabalho, sem perspectivas de futuro.

A idéia da auto escola se transformaria numa grande oportunidade oferecida àqueles rapazes. Por isso, achei coincidentemente oportuno esse projeto de Lei do deputado Walter e aqui torço para que em breve chegue à câmara, ao governo e seja sancionado também como Lei.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

SITES FAZEM REFERÊNCIAS AO JORNAL CAJARANA

Cajarana – Um norte para a imprensa independente

No Rio Grande do Norte os jornais com posturas políticas definidas vendem suas paginas colocando a imprensa potiguar em declínio, desvalorizando e deturpando o papel da imprensa que é informar a população com veracidade respeitando a legitimidade dos fatos.

Segundo um dos mais celebres jornalistas do Brasil, Millôr Fernandes: “a imprensa é oposição, o resto é armazém de secos e molhados” e é nesta ótica que atuei quando assinava a coluna “Via Independente” no jornal CAJARANA, fazendo uma oposição implacável aquilo que entendia por errado e aqueles que cometiam a corrupção institucionalizada que coroe o seio da ética e da coerência.

A liberdade de expressão foi uma conquista que foi alcançada a duras penas. O regime militar sufocou a voz de milhares de intelectuais brasileiros, durante os anos cinzentos da ditadura (31 de março de 1964 a 1985) muitos jovens, artistas e a parte da parcela pensante do país foram assassinadas e deportadas para não afetar a sustentabilidade do sistema de governo.

Neste caos surgiu o jornal “Pasquim” no Rio de Janeiro, que nasceu e assumiu a postura de porta voz da indignação brasileira, criticando com humor e inteligência o regime opressor e truculento da ditadura.

Na atualidade não vivemos ditaduras, mas a imprensa golpista e vendida do Brasil e do Rio Grande do Norte vem manchando o legado de lutas pela democracia e sujando o direito de expressão que custou às vidas de vários brasileiros.

O jornal CAJARANA é o “Pasquim” da Região Central do Rio Grande do Norte, posições firmes e criticas afinadas fazem parte da personalidade deste periódico que circula há dois anos, mesmo com todas as dificuldades.

Dutra Assunção, redator do mensário é um referencial para a imprensa independente e séria do Rio Grande. Dutra sabe da importância do direito de expressão e honra este direito com o seu compromisso na seriedade com que conduz o CAJARANA que é uma lenda, uma referencia, um jornal que faz parte da imprensa independente do nosso Rio Grande do Norte e que terminará por entrar na história da verdadeira imprensa potiguar.

Fonte:

COMO SE FOSSE TWITTER!! RAPIDINHAS, RAPIDINHAS ...

Como se fosse Twitter!!

Rapidinhas, Rapidinhas ...


http://www.gostodeler.com.br/ é o maior site de colunistas do Brasil, ele incorpora um seleto grupo de escritores. Essa semana o referido site postou referências elogiosas ao Jornal Cajarana.

Jornal Cajarana – 27ª Edição circulando nessa sexta-feira em Natal e no sábado nas
cidades da região central, com a manchete de capa: MÃES ADOLESCENTES.

Últimos dados estatísticos do IBGE (2006) elegem Fernando Pedroza no RN uma cidade com dados preocupantes 47,5 das mães do município são adolescentes.

Cinco vereadores de Bodó ( G-5 ) que fazem, oposição ao governo de Avamar Alves estiveram na 2ª com o deputado Walter Alves, reafirmando posições e objetivos.

Senar, Emater, prefeitura de Lajes, ACOSC, e sindicato patronal dos trabalhadores rurais de Lajes promoveram curso de capacitação na cidade com significativa participação de jovens da zona rural.

Convênio assinado pela Governadora Wilma e o Presidente Lula no Itamaraty dia 02/09., assegurou recursos de R$ 111 milhões para a obra da Adutora Apodi-Mossoró.

O município de Lagoa Nova brevemente entrega a população um espaço com estrutura adequada para funcionar o Centro de Comercialização de animais.

A falta de compradores do arroz produzido no vale do Apodi é a resposta da implantação de projetos e ações na zona rural sem observância do principal item da cadeia produtiva a COMERCIALIZAÇÃO.

O departamento de apicultura da (ACOSC) em Lajes prevê um estoque de 8 ton de mel esse ano. O governo estadual deveria implementar projetos de consumo para beneficiar os produtores que são vulneráveis na cadeia de comercialização.

XVI Exposição da Região Central em Lajes uma renovação a cada ano de incentivo, trazendo tecnologia e despertando no homem do campo sua vocação natural - a produtividade.

Alguns rios secos da região central permanecem com seus leitos ainda úmidos, um transmissor em potencial da bactéria que atinge os cascos dos ovinos. As medidas de precauções já divulgadas são necessárias para preservar o rebanho.

Outubro, novembro e dezembro, um trimestre onde as secretarias de agricultura dos municípios fazem um estudo das dificuldades da zona rural e traçam ações a serem executadas no início do ano. Otimismo não faz mal a ninguém!

JORNAL CAJARANA 27ª EDIÇÃO AGOSTO DE 2009


CAPA DA 27ª EDIÇÃO DO JORNAL CAJARANA