
O secretário iniciou a reunião explicando a realidade da saúde estadual.
Ele disse que o problema de desabastecimento dos hospitais foi herdado
de outras gestões, mas que está sendo solucionado. Segundo Lagreca, uma
dispensa de licitação foi realizada para compra de medicamentos e outros
insumos, que deverão abastecer as unidades regionais por até 90 dias
até que se encontre uma solução definitiva.
"Viemos mostrar a realidade da saúde pública, sem querer justificar", disse. Para ele, saúde se faz de forma estável e ele precisa regularizar os repasses para conquistar de volta a credibilidade dos fornecedores. Hoje, o repasse do Governo do Estado para a pasta é de R$ 18 milhões por mês, a meta é de R$ 40 milhões.
"Viemos mostrar a realidade da saúde pública, sem querer justificar", disse. Para ele, saúde se faz de forma estável e ele precisa regularizar os repasses para conquistar de volta a credibilidade dos fornecedores. Hoje, o repasse do Governo do Estado para a pasta é de R$ 18 milhões por mês, a meta é de R$ 40 milhões.
Falando em regionalização da saúde, o secretário disse que é uma
prioridade para, de forma definitiva, resolver o problema de saúde do
Estado. "A regionalização é o projeto que pode resolver os problemas da
saúde no RN", afirmou Lagreca.
O secretário ainda mostrou os projetos do Governo para solucionar os problemas. Ele citou a inauguração de um setor de maternidade no Hospital de Macaíba, em maio de 2016.
Mas para ele o principal projeto é a construção do hospital terciário, que receberia todos os pacientes de alta complexidade do Estado, desafogando o Walfredo Gurgel, que seria um hospital exclusivamente de traumas.
"Para que se tenha uma ideia, 37% das mortes no Estado são por doenças cardiovasculares, 22% por doença maligna e 17% por traumas. Então temos que dar foco nas doenças de alta complexidade", disse.
O secretário ainda citou a ampliação do Hospital Maria Alice Fernandes, da duplicação dos leitos de UTI existentes e falou sobre o combate à dengue, negando também a existência de um surto de meningite no Estado.
O secretário ainda mostrou os projetos do Governo para solucionar os problemas. Ele citou a inauguração de um setor de maternidade no Hospital de Macaíba, em maio de 2016.
Mas para ele o principal projeto é a construção do hospital terciário, que receberia todos os pacientes de alta complexidade do Estado, desafogando o Walfredo Gurgel, que seria um hospital exclusivamente de traumas.
"Para que se tenha uma ideia, 37% das mortes no Estado são por doenças cardiovasculares, 22% por doença maligna e 17% por traumas. Então temos que dar foco nas doenças de alta complexidade", disse.
O secretário ainda citou a ampliação do Hospital Maria Alice Fernandes, da duplicação dos leitos de UTI existentes e falou sobre o combate à dengue, negando também a existência de um surto de meningite no Estado.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de
Souza (PMDB), avaliou a reunião positivamente. “Tivemos uma boa notícia:
o problema do desabastecimento foi sanado e em mais 10 ou 15 dias os
hospitais terão os estoques abastecidos. As demais explicações foram
satisfatórias e agradecemos a boa vontade e o esforço do secretário para
resolver os problemas da saúde", disse Ezequiel.
O presidente da Comissão de Saúde, deputado Álvaro Dias (PMDB)
considerou que a presença do secretário na Assembleia Legislativa
“foi muito importante para os parlamentares apresentarem as
reivindicações de cada região onde atuam. Além disso, o secretário
apresentou o plano de ação fazendo uma explanação sobre a situação da
saúde publica e as medidas que está tomando para amenizar muita coisa
das dificuldades que o Estado enfrenta com a saúde pública”.
Estavam presentes na reunião os deputados Albert Dickson (PROS), Agnelo
Alves (PDT), Álvaro Dias, Cristiane Dantas (PCdoB), Jacó Jácome (PMN),
Kelps Lima (SDD), Raimundo Fernandes (PROS), Márcia Maia (PSB), Gustavo
Carvalho (PROS), Nelter Queiroz (PMDB), Tomba Farias (PSB), George
Soares (PR), Galeno Torquato (PSD), Fernando Mineiro (PT), Souza (PHS),
Ezequiel Ferreira, Dison Lisboa (PSD), Ricardo Motta (PROS) e Carlos
Augusto Maia (PTdoB).
O
secretário de Estado da Saúde Pública, Ricardo Lagreca, esteve na
Assembleia na manhã desta quinta-feira (14) para esclarecer ações do
Governo do Estado para o setor. Ao todo, 19 deputados estiveram
presentes na reunião.
O secretário iniciou a reunião explicando a realidade da saúde estadual.
Ele disse que o problema de desabastecimento dos hospitais foi herdado
de outras gestões, mas que está sendo solucionado. Segundo Lagreca, uma
dispensa de licitação foi realizada para compra de medicamentos e outros
insumos, que deverão abastecer as unidades regionais por até 90 dias
até que se encontre uma solução definitiva.
"Viemos mostrar a realidade da saúde pública, sem querer justificar",
disse. Para ele, saúde se faz de forma estável e ele precisa regularizar
os repasses para conquistar de volta a credibilidade dos fornecedores.
Hoje, o repasse do Governo do Estado para a pasta é de R$ 18 milhões por
mês, a meta é de R$ 40 milhões.
Falando em regionalização da saúde, o secretário disse que é uma
prioridade para, de forma definitiva, resolver o problema de saúde do
Estado. "A regionalização é o projeto que pode resolver os problemas da
saúde no RN", afirmou Lagreca.
O secretário ainda mostrou os projetos do Governo para solucionar os
problemas. Ele citou a inauguração de um setor de maternidade no
Hospital de Macaíba, em maio de 2016.
Mas para ele o principal projeto é a construção do hospital terciário, que receberia todos os pacientes de alta complexidade do Estado, desafogando o Walfredo Gurgel, que seria um hospital exclusivamente de traumas.
Mas para ele o principal projeto é a construção do hospital terciário, que receberia todos os pacientes de alta complexidade do Estado, desafogando o Walfredo Gurgel, que seria um hospital exclusivamente de traumas.
"Para que se tenha uma ideia, 37% das mortes no Estado são por doenças
cardiovasculares, 22% por doença maligna e 17% por traumas. Então temos
que dar foco nas doenças de alta complexidade", disse.
O secretário ainda citou a ampliação do Hospital Maria Alice Fernandes, da duplicação dos leitos de UTI existentes e falou sobre o combate à dengue, negando também a existência de um surto de meningite no Estado.
O secretário ainda citou a ampliação do Hospital Maria Alice Fernandes, da duplicação dos leitos de UTI existentes e falou sobre o combate à dengue, negando também a existência de um surto de meningite no Estado.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de
Souza (PMDB), avaliou a reunião positivamente. “Tivemos uma boa notícia:
o problema do desabastecimento foi sanado e em mais 10 ou 15 dias os
hospitais terão os estoques abastecidos. As demais explicações foram
satisfatórias e agradecemos a boa vontade e o esforço do secretário para
resolver os problemas da saúde", disse Ezequiel.
O presidente da Comissão de Saúde, deputado Álvaro Dias (PMDB)
considerou que a presença do secretário na Assembleia Legislativa - “foi muito importante para os parlamentares apresentarem as
reivindicações de cada região onde atuam. Além disso, o secretário
apresentou o plano de ação fazendo uma explanação sobre a situação da
saúde publica e as medidas que está tomando para amenizar muita coisa
das dificuldades que o Estado enfrenta com a saúde pública”.
Estavam presentes na reunião os deputados Albert Dickson (PROS), Agnelo
Alves (PDT), Álvaro Dias, Cristiane Dantas (PCdoB), Jacó Jácome (PMN),
Kelps Lima (SDD), Raimundo Fernandes (PROS), Márcia Maia (PSB), Gustavo
Carvalho (PROS), Nelter Queiroz (PMDB), Tomba Farias (PSB), George
Soares (PR), Galeno Torquato (PSD), Fernando Mineiro (PT), Souza (PHS),
Ezequiel Ferreira, Dison Lisboa (PSD), Ricardo Motta (PROS) e Carlos
Augusto Maia (PTdoB).
F: AL
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