O que aconteceu de fato na eleição do Aristófanes Fernandes
Prof. Assis Braga esclarece falhas ocorridas durante votação
A eleição foi informatizada e realizada através de um programa de computador enviado pela 8ª DIRED. Inicialmente os eleitores chegavam, assinavam a lista e iam até o computador para votar, onde estava o presidente da mesa, que selecionava o segmento correspondente a cada eleitor e em seguida digitava o código de liberação do voto. Os eleitores foram divididos em quatro segmentos, na seguinte sequência: professor, servidor, pai e aluno. Quando o eleitor assinava a lista, o mesário que colhia a assinatura informava ao presidente da mesa a qual segmento o eleitor pertencia para que fosse liberado o voto. A eleição sendo feita assim, não apresentaria erro nenhum, no entanto, 04 alunos mais apressados acabaram sendo mais rápidos do que a presidente da mesa e clicaram no número correspondente à chapa que iriam votar antes da presidente selecionar o segmento correspondente, o que fez abrir em seguida a tela para o código de liberação do voto, sem possibilidade de voltar para fazer correções. A presidente avisou a esses eleitores e à comissão eleitoral que não sabia em qual segmento esses votos seriam computados.
Fazendo a reconstituição dos fatos para entender o ocorrido, descobri que se os eleitores apertassem em qualquer tecla que não fosse a dos números 1, 2, 3 e 4, o teclado estaria bloqueado e não teria acontecido nada, mas no momento em que apertasse no número 1 antes da presidente selecionar o segmento, estaria ele mesmo, fazendo a escolha do segmento professor, o primeiro da lista; se apertasse no número 2, estaria escolhendo o segmento servidor, o segundo da lista, e assim sucessivamente. Assim sendo, foi descoberto que a escolha do segmento tanto poderia ser feita pelo “mouse”, quanto pelos números 1, 2, 3 e 4. Assim 03 alunos que votaram na chapa 1, acabaram tendo seus votos computados como professores e que 01 aluno que votou na chapa 2 acabou tendo seu voto computado como servidor. Então é essa a explicação para as falhas na eleição, é essa a verdade, que pode ser provada, e ao contrário do que dizem na internet, muitos irresponsáveis que não se identificaram; não houve nenhum tipo de fraude ou roubo por parte de nenhum dos mesários que trabalhou na eleição e nenhum tipo de favorecimento a nenhuma das chapas concorrentes.
Esclarecemos ainda, que também foi feita uma simulação do que seria o resultado sem esses votos a mais e que a chapa vencedora seria a mesma ( chapa 1 ), mas, em virtude dos erros ocorridos e já citados, a chapa 2, usando dos seus direitos, entrou com um pedido de anulação dessa eleição, que será analisado pela comissão central, em Natal, que irá decidir nos próximos dias se haverá ou não uma outra eleição.
Francisco de Assis Adelino Braga
Prof. da rede municipal e estadual
Presidente da comissão eleitoral
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