domingo, 6 de março de 2011

TANTOS OUTROS CARNAVAIS - COLUMBINAS, PIERRÔS, ARLEQUINS E MUITAS MULHERES BONITAS

Carnavalescos na França já usavam máscaras e fantasias

História do Carnaval no Brasil

O carnaval chegou ao Brasil em meados do século XVII, influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como a França, o carnaval acontecia em forma de desfiles urbanos, ou seja, os carnavalescos usavam máscaras e fantasias.

Rei Momo
Embora de origem europeia, muitos personagens foram incorporados ao carnaval brasileiro, como, por exemplo, Rei momo, pierrô, colombina, etc.

Os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos cortejos de automóveis (corsos) surgiram. Mas tornaram-se mais populares no começo do século XX. As pessoas decoravam seus carros, fantasiavam-se e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades, dando origem aos carros alegóricos.

O carnaval tornou-se cada vez mais popular no século XX, e teve um crescimento considerável neste período, que ocorreu em virtude das marchinhas carnavalescas (músicas que faziam o carnaval mais animado).

A primeira escola de samba foi criada no dia 12 de agosto de 1928, no Rio de Janeiro, e chamava-se “Deixa Falar”.

Anos depois, a escola mudou seu nome para Estácio de Sá. A partir deste momento o carnaval de rua começou a ganhar um novo formato. Com isso, no Rio de Janeiro e São Paulo, começaram a surgir novas escolas de samba. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, iniciaram os primeiros campeonatos para constatar qual escola de samba era a mais bela e animada.
Mirella Santos, a madrinha de bateria da Estácio de Sá em 2009 - Foto: Alziro Xavier

A região nordeste permaneceu com as tradições originais do carnaval de rua como, por exemplo, Recife. Já na Bahia, o carnaval de rua conta com a participação dos trios elétricos, embalados por músicas dançantes, em especial pelo axé.

Um comentário:

  1. Elizabeth Santana7 de março de 2011 06:21

    Parabéns pelas reportagens sobre o carnaval. Creio que pouca gente sabe que o mesmo é originário da Europa. Concordo com a repórter quando diz que o carnaval deixou de ser uma festa popular. O luxo tomou conta. No nordeste há a particupação popular, mas o nível das músicas deixa a desejar. Ai que saudades dos velhos tempos.

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