
A discussão sobre esse tema fica entre dois extremos: a Igreja Católica defendendo a vida no arcaico crescei e multiplicai-vos e os políticos, temerosos à Igreja, nunca o encaram com a devida seriedade e quando falam é de forma tímida e incompreensível. Um fato natural, devido às radicalizações, passou a ser um problema complexo de difícil solução porque o Estado se omite de exercer devidamente a sua função, preocupado com a religião, uma questão que diz respeito apenas à individualidade da pessoa.
A liberdade sexual - passando pela AIDS – resulta em inúmeras jovens sem informação correta engravidando precocemente, gerando família e amontoando-se no fundo do quintal dos pais, morando mal a família nova e a dos pais.
Estrutura e suporte requisitos fundamentais

Assim como algumas pessoas
poderiam ter quantos filhos quisessem, dando toda a assistência necessária,
existem aqueles que estão desempregadas e sem nenhum recurso que não podem ter
nenhum. Toda criança tem direito à comida, à moradia, à escola e a atendimento
médico, existem aqueles que estão desempregadas e sem nenhum recurso que não
podem ter nenhum, mesmo que seja por algum período. Isso, todos os líderes e
segmentos sociais teriam a obrigação de difundirem, caso se sentissem
responsáveis pela construção de uma Sociedade mais justa.
Sem essas mínimas condições, é
preferível evitar filhos, pois espermatozóide não é criança e não passa
fome.
Sistema de governo e políticas públicas

Ao Estado caberia informar bem
como evitar a gravidez precoce ou indesejada e, principalmente, deveria colocar
à disposição de todos - ricos e pobres - camisinhas, vacinas, pílulas; e
principalmente autorizar a realização da vasectomia e da laqueadura de trompas
nos hospitais públicos para que os jovens não justifiquem a “fabricação” de
filho por não poder evitá-los. Já autorizado por lei federal desde 1997, mas os
hospitais públicos estão desobedecendo à lei e dificultando a realização das
cirurgias.
Planejamento um capítulo da educação
Planejamento um capítulo da educação
A partir daí, exigir atuação
firme do Ministério Público no cumprimento ao Estatuto da Criança e do
Adolescente. O melhor controle seria o Estado colocar a informação aos jovens
como prioridade, impregnando-lhes valores que não seja a reprodução
indiscriminada. Deve cobrar com rigidez dos pais que dêem as mínimas condições
de vida digna aos filhos. Está faltando arcar com responsabilidade e
inteligência tanto o Estado e a sociedade quanto as famílias e os jovens.
Aliado à ignorância, o problema continua. Responsáveis diretos ou não, todos
sofrem passivamente!
F: Pedro
Cardoso da Costa
Nenhum comentário:
Postar um comentário